terça-feira, 17 de setembro de 2013

Jantar de um dia de gripe


Nem sempre o corpo obedece e a preguiça instala-se. Hoje o motivo é esta constipação/gripe/rinosinusite que me deixa o corpo numa moleza infinita.
Como se não bastasse a melancolia dos dias que findam cedo e o pouco descanso que as férias proporcionaram (este ano nem lhe posso chamar férias, apenas um ligeiro intervalo), agora instala-se esta dor de cabeça, o nariz entupido, o peso em cima dos olhos, enfim, sinto-me um traste!
O pior são as rotinas, horários, responsabilidade e o sono que os anti-histamínicos provocam...
Hoje não tinha vontade de fazer nada, mas a janta tem que sair para a mesa. E então lembrei-me de umas alheiras que mantenho congeladas, sempre na espera de um dia especial.
E senti a vida facilitada. Repolho vindo diretamente da horta biológica da avó, as alheiras e umas batatinhas também elas do reino maravilhoso, foi um mimo para matar as saudades do inverno, dos dias tristes, a chuva que consola ao bater na janela e dos sonhos perdidos nas tardes quentes do estio.
E talvez precisando partilhar este estado de alma, lembrei-me de vir a este cantinho, que nem todos conhecem, nem precisam, mas que para mim é tão especial. 







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