Quem for mal amado, ama mal. Se não é amado, tem mais bloqueios, maiores fragilidades em amar muito e amar bem.
Quem for bem amado, pode amar bem. Tem mais possibilidade de ser mais amado e amar sempre mais e melhor.
Purgatório não é um terceiro lugar. Purgatório é apenas um estado, mais ou menos passageiro, conforme as feridas que transporta e conforme a capacidade de as curar.
Quando vou à festa se não participo plenamente na festa, se há algo que ainda nºao está resolvido, não vou participar plenamente na festa. A capacidade de ultrapassar este estado de purgatório, de sarar as feridas que não deixam que a festa entre em mim, quanto maior, mais rapidamente me vai curar e deixar entrar no Reino dos Céus.
Não é Deus quem no tira do purgatório. Somos nós quem devemos fazer o caminho para sair dele.
Somos nós quem se deve exercitar no sentido do amor, e assim sabermos ser felizes e integrados neste reino onde todos cabem, e onde todos são verdadeiramente amados.
Também a Páscoa é a passagem para esse reino onde acreditamos ser felizes.
É a passagem pela redenção de sermos novos, de perdoar sempre e renascer de novo.
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